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Por Alessandra Maria Dias Lacerda Características clínicas   Pênfigo foliáceo é uma doença autoimune bolhosa incomum que afeta epiderme e folículos pilosos. O principal autoantígeno envolvido na doença em cães e humanos é a Desmogleína 1, mas outros antígenos podem estar envolvidos, sendo esses componentes presentes nos desmossomos das camadas superficiais da epiderme e folículos […]
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Por Caio Fernando Monteiro Gimenez     A dermatofitose é uma infecção fúngica antropozoonótica causada por fungos queratinofílicos, que se nutrem da queratina da epiderme e dos folículos pilosos, denominados dermatófitos, caracterizados pelos gêneros Microsporum e Trichophyton e Epidermophyton. O microsporum canis (M. canis) é o dermatófito isolado com maior frequência no Brasil, seguido pelo […]
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Por Alessandra Maria Dias Lacerda O choque nada mais é do que o colapso cardiovascular/circulatório devido à perda da homeostase – suas causas são diversas (ex. hemorragia, sepse, queimaduras, trauma), sendo didaticamente agrupadas em três subtipos: (1) choque cardiogênico; (2) choque hipovolêmico e (3) má distribuição periférica. Os efeitos celulares da hipoperfusão resultante são inicialmente […]
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Por Caio Fernando Monteiro Gimenez          A dermatite necrolítica superficial é uma desordem cutânea incomum em cães e rara em gatos e está frequentemente associada à doença hepática, por isso recebe a sinonímia de síndrome hepatocutânea, além de necrose epidérmica metabólica, eritema necrolítico migratório e dermatopatia diabética. Em cães ocorre predominantemente em […]
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Por Caio Fernando Gimenez     A insuficiência respiratória como causa mortis gera confusão entre os veterinários e proprietários dos animais, pois pode não estar diretamente ligada ao motivo do atendimento clínico do animal. Um paciente com diarreia, por exemplo, perde proteínas pela evacuação, já que há pouca ou nenhuma absorção intestinal; a perda de proteínas, […]
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Por Carolina Gonçalves Pires Atualmente os mastocitomas subcutâneos possuem uma classificação histológica diferente em relação aos mastocitomas cutâneos. Thompson et al. (2011) classificaram os mastocitomas subcutâneos em três padrões que foram determinados na objetiva de 4x de microscópio de luz: 1) circunscrito; 2) combinado (infiltrativo/ circunscrito); 3) infiltrativo. A maioria dos mastocitomas subcutâneos possuem um […]
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Fonte: http://anatpat.unicamp.br
Por Alessandra Maria Dias Lacerda Massas esplênicas em cães podem ser provenientes tanto de processos benignos (ex. hiperplasias nodulares) como de processos malignos (ex. hemangiossarcomas), podendo estar obscurecidas por proeminentes e amplos hematomas. O tamanho da formação e suas caraterísticas radiográficas, ultrassonográficas e macroscópicas não exibem valor preditivo em relação a sua possível malignidade (Eberle, […]
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Por Carolina Gonçalves Pires A graduação histológica dos Mastocitomas cutâneos é muito importante para correlacionar tempo de sobrevida do animal e prognóstico. Atualmente a graduação dos Mastocitomas cutâneos é feita através de duas classificações diferentes citadas abaixo. Os Mastocitomas subcutâneos não se enquadram nessa classificação. Canine Cutaneous Mast Cell Tumor: Morphologic Grading and Survival Time […]
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Um felino da raça persa foi submetido ao processo cirúrgico para a retirada de três nódulos localizados em região de flanco e tórax esquerdo com diagnostico citológico prévio de Sarcoma. Durante a cirurgia foi realizada a biopsia transcirúrgica por congelação na qual constatou se microscopicamente múltiplas regiões nodulares intradérmicos ou no panículo tendendo a coalescência, […]
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Análise microscópica de tecidos e órgãos dos animais obtidos através de biópsia e necrópsia. Tem como objetivo identificar alterações morfológicas neoplásicas, infecciosas, inflamatórias, degenerativas e informações sobre o prognóstico auxiliando o clínico em sua conduta. A coloração histoquímica normalmente utilizada para esse tipo de procedimento é a Hematoxilina e Eosina, mas em muitos casos se […]
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